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Star Wars – Episódio VII

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Noé (Darren Aronofsky, 2014)

noé

Descaradamente parcial:

É indispensável, quando se é fã de um diretor, entrar no cinema sabendo pouco, ou quase nada, sobre o filme. Notícias sobre bastidores, censura e repercussão do público era tudo que tinha lido a respeito da produção de Darren Aronofsky. Entretanto, a história da Arca de Noé não tem surpresas. E disseram que sua visão era fantasiosa demais (?!). Fui conferir.

Incrementando a narrativa, o diretor e o co-roteirista Ari Handel optaram sim por algumas liberdades ficcionais. Escolhas artísticas deram certo e outras não (como em qualquer filme). O que acontece é que nesta versão, elas ficam bastante equilibradas. São tantas coisas permeando o discurso que fica difícil escrever algo conciso. Por alto:

Sem entrar no mérito da religião (cada uma com seu cada qual), a história foi idealizada com bastante respeito e os radicais não têm sentido algum em seus questionamentos. Os efeitos visuais ficaram excelentes, mas exageraram no CGI. As atuações estavam boas e até me surpreendi com os novatos. A construção do protagonista teve uma abordagem interessantíssima. A trilha sonora do grande Clint Mansell ficou genérica (o que aconteceu??). As explanações textuais são inspiradoras e estamparam lindamente o cinema. Por fim, a montagem – ponto de turbulência entre estúdio e diretor – esquisita. Ainda que, como divulgado oficialmente, Aronofsky tenha vencido a “guerra”. Duvido.

Preciso rever, e de preferência com um novo corte em home video. Mas Noé é o filme que menos gostei do Darren. A inspiração veio do poema de escola e parece que muito daquele Aronofsky criança (indeciso) conduziu o filme. Melhora quando você acha que vai ficar ruim e piora quando você acha vai engatar de vez. A genialidade do diretor ficou apagada. O roteiro confuso… Ser fã é um problema.

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