O Mundo de Edena 5: Sra

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“A saga dos viajantes espaciais Atana e Stel, de O Mundo de Edena, chega a seu clímax no quinto volume da série, O Mundo de Edena 5: Sra. Esse fantástico lançamento da Editora Nemo narra a sequência da busca de Stel por sua amada Atana, em uma aventura épica que mistura magia e delírio em um universo onírico que só o genial Moebius saberia tecer.

O álbum segue fantástico, brilhante, onírico, como os volumes anteriores. Com um enredo envolvente, prende a atenção do leitor do começo ao fim, despertando a curiosidade para saber qual será o desfecho da epopeia de Stel. Com desenhos belíssimos e um acabamento gráfico de primeira, essa penúltima edição da série comprova a singularidade de um dos maiores nomes das HQs e artes visuais de nosso tempo.”

Precisa falar mais alguma coisa? Moebius foi, e será sempre, um Mestre.

Mais info aqui.

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Imperial March Beatbox

Via Latino-Review

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FKA twigs – LP1

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Música Eletrônica, R&B, Trip-Hop, Indie-Hop, Ethereal Pop, revival da década de 1990… É prematuro tentar classificar e falar de alguém que faz um som indefinível. Mais complicado ainda é chegar ao final do disco, em êxtase, sabendo que é essencial voltar ao início para perceber a riqueza em todos os detalhes. E só aí cai a ficha: não tem o que se dizer de LP1 da senhorita Tahliah Barnett (nome verdadeiro de FKA twigs).

Senhoras e Senhores, sem mais, o disco do ano.

[90,00]

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London Grammar – Strong

A música do London Grammar transcende estilos. O trio pós-adolescente cria trilha sonora, madura, para a Vida.

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La Roux – Trouble In Paradise

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É preocupante quando artistas caem na maldição do segundo álbum. Quando o esforço mais recente, de alguma forma, não consegue atingir a qualidade do trabalho de estreia (leia Hurts e Parallels). Trouble In Paradise é um bom disco, mas não o que se esperava do projeto.

O CD demorou a sair pois Ben Langmaid debandou em 2012 e Elly Jackson segurou a onda até esse ano. Contando com a ajuda de Ian Sherwin e Al Shux, a partir do que já tinha sido feito, ela terminou o trabalho e o disco foi lançado há duas semanas. As “novas” ideias para o som do La Roux deixam de lado o electro/synth pop e, infelizmente, apagam muito daquela criatividade novata de 2009.

Existem bons momentos como: Uptight Downtown, Tropical Chancer e Let Me Down Gently, mas não chegam a sustentar a audição. Pelo menos Jackson conseguiu superar os problemas, ansiedade e pânico, e dar continuidade ao La Roux. Trouble In Paradise está longe de ser esse amadurecimento todo que pintam as críticas internacionais. É um recomeço capenga que não agradará a maioria.

Curioso é perceber que o título escolhido, definitivamente, veio bem a calhar.

[75,00]

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Planeta dos Macacos: O Confronto (Matt Reeves, 2014)

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Planeta dos Macacos: O Confronto, do diretor Matt Reeves, é a continuação do reboot iniciado há três anos em Planeta dos Macacos: A Origem (Rupert Wyatt, 2011). Os produtores conseguiram realizar um trabalho ainda mais satisfatório que o anterior. César, sem sombra de dúvida, é o melhor protagonista dos blockbusters em 2014.

Os efeitos visuais da Weta Digital, desenvolvidos em cima dos macacos, são impressionantes e garantem a total imersão do espectador. O roteiro cumpre bem o seu papel, ainda que o espaço seja limitado. Um porém: teria sido mais surpreendente se um dos assuntos em destaque, sobre a militância em prol dos animais, tivesse ficado no subtexto. Filmes-propaganda têm grandes chances de se tornarem chatos.

Mas felizmente, o mais importante na história é a percepção de César em relação as posturas das espécies ao seu redor. Ao final da sessão é impossível não se questionar como é que macacos ficcionais conseguem refletir sobre conflitos e líderes humanos, os que estão fora da tela, não.

[85,00]

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Kid Cudi – Satellite Flight: The Journey to Mother Moon

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Os melhores discos são descobertos de maneira mais inusitada. Esbarrei em uma música de 2009 do rapper norte-americano Kid Cudi. Day ‘n’ Nite é um hip-hop sem nada muito rebuscado para o estilo, mas foi produzido para grudar na cabeça. Resolvi buscar mais informações depois de duas semanas como uma das mais tocadas em meu MP3 player.

Enquanto navegava pela discografia do cantor na Amazon, logo de início fiquei impressionado com os samples que ouvi do último trabalho do Cudi: Satellite Flight: The Journey to Mother Moon. A curiosidade bateu mais alto e resolvi adquiri-lo digitalmente no iTunes (por enquanto não há lançamento físico). É tão bom quando um artista transcende o estilo que faz (seja qual for sua Arte). Ausente de singles, mas cheio de criatividade, o álbum é para ser ouvido até o fim como uma grande história. Muitos artistas já realizaram esse tipo de proposta e outros tantos falharam… Ele passou com louvor.

Fica até complicado definir para o seu hip-hip o que Kid começou levemente em Man on the Moon: The End of Day (2009), aprofundou em Indicud (2013) e, acredito, chegou ao ápice esse ano. A crítica não gostou (mais limitados do que nunca atualmente) mas o público levou o cantor ao quarto lugar do rank geral da Billboard e em segundo nas categorias de Rap e R&B/Hip Hop. Que bom que as pessoas ainda estão receptivas ao que é diferente.

NOTA: [87,50]

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