Arquivo do mês: junho 2013

Tricky, Emika e o Trip Hop

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[80,00]

Desde 1995 que não perco nada que o Tricy faz. Sua produção é sempre impecável. E seu novo trabalho é mais uma prova do seu genial talento. Para muitos, trip hop é uma música chata e, por muito tempo, erótica (era usada durante relações sexuais). Mas ainda bem que o “Third” do Portishead, o “Heligoland” do Massive Attack e o “The Less You Know, the Better” do DJ Shadow colocaram novamente o vagão no trilho.

“False Idols” é um álbum que, como “Heligolan”, tem a necessidade de voltar à origem. E, portanto, perde um pouco a oportunidade de inserir idéias atuais. Por outro lado, Tricky soube escolher bem seus convidados. E isto enriquece bastante o disco nas repetidas vezes em que se ouve. Quem viveu a década de 1990 pode, mais uma vez, comemorar. Os jovens, por favor, permitam-se a ouvir algo diferente.

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[80,00]

Fazendo o garimpo diário pelos muitos blogs e fóruns de música em 2011, me deparei com o primeiro trabalho de Emika. Foi amor à primeira ouvida. Ela tem aquele frescor que falta aos novos projetos dos veteranos. Som vigorosamente articulado, atmosfera dark e letras significativas impressionam no disco homônimo de 2011.

Em seu segundo trabalho, DVA, Ema Jolly conseguiu inovar ainda mais. Deixou seu trip hop mais soturno, flertou com o dubstep e resolveu experimentar de vez. Como tenho dito no blog, o problema da experimentação é ausência de foco e domínio. Pode parecer estranho falar isso de alguém que não tem medo, mas os ousados precisam ter cuidado também. Mesmo assim, esse porém não tira o brilho da menina prodígio. Tem até cover de Wicked Game do Chris Isaak!

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The Counselor (Teaser Trailer)

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James Gandolfini

13th Annual Screen Actors Guild Awards, Arrivals, Shrine Auditorium, Los Angeles, America - 28 Jan 2007

1961 – 2013

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Esther Williams

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1921 – 2013

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Faroeste Caboclo (René Sampaio, 2013)

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[77,50]

René Sampaio não derrapa em seu primeiro longa. Mas o roteiro poderia ter sido um poquinho mais trabalhado… E não me refiro as partes da música que foram cortadas. Ainda bem que os fanáticos da banda não fazem Cinema.

Linda fotografia, excelentes atuações e grandes homenagens aos westerns. A história de Renato Russo está eternizada em filme. Dá até pra lavar a alma depois da péssima experiência com Somos Tão Jovens.

Será que os direitos de “Eduardo e Mônica” já foram comprados?

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