Arquivo da categoria: Música

Imperial March Beatbox

Via Latino-Review

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FKA twigs – LP1

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Música Eletrônica, R&B, Trip-Hop, Indie-Hop, Ethereal Pop, revival da década de 1990… É prematuro tentar classificar e falar de alguém que faz um som indefinível. Mais complicado ainda é chegar ao final do disco, em êxtase, sabendo que é essencial voltar ao início para perceber a riqueza em todos os detalhes. E só aí cai a ficha: não tem o que se dizer de LP1 da senhorita Tahliah Barnett (nome verdadeiro de FKA twigs).

Senhoras e Senhores, sem mais, o disco do ano.

[90,00]

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London Grammar – Strong

A música do London Grammar transcende estilos. O trio pós-adolescente cria trilha sonora, madura, para a Vida.

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La Roux – Trouble In Paradise

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É preocupante quando artistas caem na maldição do segundo álbum. Quando o esforço mais recente, de alguma forma, não consegue atingir a qualidade do trabalho de estreia (leia Hurts e Parallels). Trouble In Paradise é um bom disco, mas não o que se esperava do projeto.

O CD demorou a sair pois Ben Langmaid debandou em 2012 e Elly Jackson segurou a onda até esse ano. Contando com a ajuda de Ian Sherwin e Al Shux, a partir do que já tinha sido feito, ela terminou o trabalho e o disco foi lançado há duas semanas. As “novas” ideias para o som do La Roux deixam de lado o electro/synth pop e, infelizmente, apagam muito daquela criatividade novata de 2009.

Existem bons momentos como: Uptight Downtown, Tropical Chancer e Let Me Down Gently, mas não chegam a sustentar a audição. Pelo menos Jackson conseguiu superar os problemas, ansiedade e pânico, e dar continuidade ao La Roux. Trouble In Paradise está longe de ser esse amadurecimento todo que pintam as críticas internacionais. É um recomeço capenga que não agradará a maioria.

Curioso é perceber que o título escolhido, definitivamente, veio bem a calhar.

[75,00]

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Kid Cudi – Satellite Flight: The Journey to Mother Moon

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Os melhores discos são descobertos de maneira mais inusitada. Esbarrei em uma música de 2009 do rapper norte-americano Kid Cudi. Day ‘n’ Nite é um hip-hop sem nada muito rebuscado para o estilo, mas foi produzido para grudar na cabeça. Resolvi buscar mais informações depois de duas semanas como uma das mais tocadas em meu MP3 player.

Enquanto navegava pela discografia do cantor na Amazon, logo de início fiquei impressionado com os samples que ouvi do último trabalho do Cudi: Satellite Flight: The Journey to Mother Moon. A curiosidade bateu mais alto e resolvi adquiri-lo digitalmente no iTunes (por enquanto não há lançamento físico). É tão bom quando um artista transcende o estilo que faz (seja qual for sua Arte). Ausente de singles, mas cheio de criatividade, o álbum é para ser ouvido até o fim como uma grande história. Muitos artistas já realizaram esse tipo de proposta e outros tantos falharam… Ele passou com louvor.

Fica até complicado definir para o seu hip-hip o que Kid começou levemente em Man on the Moon: The End of Day (2009), aprofundou em Indicud (2013) e, acredito, chegou ao ápice esse ano. A crítica não gostou (mais limitados do que nunca atualmente) mas o público levou o cantor ao quarto lugar do rank geral da Billboard e em segundo nas categorias de Rap e R&B/Hip Hop. Que bom que as pessoas ainda estão receptivas ao que é diferente.

NOTA: [87,50]

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Lancelot feat. Antony & Cleopatra – Givin’ It Up

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Above & Beyond – Acoustic

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A ideia de um álbum com versões acústicas do Above & Beyond parecia algo sensacional. Foram realizadas algumas apresentações nesse formato em 2013 e a resposta da crítica e do público foi bastante positiva.

Ao que parece, a experiência só é válida mesmo ao vivo. No disco, pelo menos, a maioria das músicas não funciona. E porque será que Justine Suissa (OceanLab) não está em nenhuma das faixas?

Seria bem mais interessante se o trio se empenhasse em acelerar o disco de inéditas programado para esse ano. Enquanto isso, o Group Therapy (programa de rádio) ainda é a melhor coisa deles no momento.

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