Arquivo do mês: dezembro 2009

Melhores Discos da Década

Exatamente como no post de melhores filmes da década.

Empires (2000) – VNV NationO VNV Nation morreu para mim em 2005, mas Empires é um dos melhores discos de música eletrônica da década.

Long Gone Before Daylight (2003) – The CardigansAh… Se toda música pop tivesse essa qualidade…

Tour The France Soundtracks (2003) – KraftwerkMais uma obra-prima do Kraftwerk.

Tales Of The Uninvited (2005) – CAPRICERompendo as barreias da música dos mundos.

Amarantine (2005) – EnyaUm pouquinho de novas influências deixaram Enya ainda mais significativa.

Universo Ao Meu Redor (2006) – Marisa MontePara se fazer Samba de verdade, é preciso estudar.

Delicada (2007) – Teresa Cristina e Grupo SementeUm dos maiores discos de Samba da década.

Third (2008) – PortisheadO disco que acabou com a farra dos que NUNCA entenderam Portishead.

Apocalypso (2008) – The Presets“Future pagan electro wizards”.

Assemblage 23 (2009) – CompassÉ uma luz que, inesperadamente, surge no meio de um deserto escuro e ilumina tudo como o Sol que nasce a cada dia.

Deixe um comentário

Arquivado em Arte, Crítica, Música, Observar

Melhores Filmes Da Década

Minha lista de filmes da década.

Amnésia (2000), Christopher NolanProblema sério que “protegeu” alguém com problemas.

Abril Despedaçado (2001), Walter SallesPoesia transformadora em forma de película.

Lavoura Arcaica (2001), Luiz Fernando CarvalhoO filme nacional mais  importante desde o renascimento do cinema brasileiro.

O Senhor dos Anéis (2001, 2002, 2003), Peter JacksonO maior filme de “fantasia” de todos os tempos.

Madame Satã (2002), Karim AïnouzRealidade brasileira e cultural do início do século XX.

O Operário (2004), Brad AndersonA interpretação do Bale na cena final É o filme.

Fonte da Vida (2006), Darren AronofskyUm dos filmes mais significativos já feito.

Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008), Christopher NolanUm homem que usa máscara, veste uniforme militar e capa preta, é exemplo para a humanidade.

WALL·E (2008), Andrew StantonUm robô com mais sentimentos do que a maioria das pessoas.

UP – Altas Aventuras (2009), Pete Docter e Bob Peterson O verdadeiro Amor e o renascimento da Vida sempre.

Deixe um comentário

Arquivado em Arte, Cinema, Crítica, Observar

Avatar (James Cameron, 2009)

[75,00]

Quando o trailer saiu, não tive a mínima vontade de botar o pé no cinema. Mas até bem pouco tempo antes da estréia, algo dizia que não me preocupasse com o hype. Mas que fosse ver, mesmo que minha razão martelasse: “Nem que seja pelos efeitos”.

Com três minutos de projeção, não tem como negar, é o filme mais bem feito que já vi (apesar do CGI 99,9 %). O 3D não é aquela tolice forçada que desafia teu reflexo. Fica claro que J. Cameron, não queria isso. Na verdade, ele gostaria que você estivesse lá em Pandora. Acima de tudo, é um filme onde a obervação é fundamental.

Em relação ao tão falado roteiro, a única coisa que posso dizer é que só não foi bem desenvolvido. Não que seja ruim, apenas que a quantidade de informação não foi trabalhada. Talvez tenha sido proposital depois da confirmação de uma trilogia.

Recompensar o roteiro de alguma forma foi escolher a dedo uma dúzia de atores muito bons, confiar a atuação e emoção na mão de cada um deles. Principalmente os astros da nova geração.

A música de James Horner foi composta de forma a ser, literalmente, a trilha sonora dos acontecimentos. Ela cumpre bem o seu papel (principalmente os temas indígenas). O som da orquestra não deve sobrepor o resto.

Mas Avatar é um filme maior do que tudo isso. É a continuação das mensagens que estão nos sendo passadas e que poucos ficam a par da situação. Ultimamente de forma mais aprofundada, a questão está nas entrelinhas.

Quando é que vão entender que o passado deve ser professor de respeito e entendimento? Atos repercutem em todos os cantos do Universo e proteger a Vida vai além das dimensões físico-espaciais. O homem se recusa a abaixar sua cabeça. Por mais que o microscópio permita enxergar o micro universo, e o Hubble aos poucos o macro universo, a raça humana (que sempre acha tudo clichê), simplesmente não consegue Ver.

Doutora Grace desconfiava desde o início, a partir de seus estudos, e entendeu assim como Jake. Avatar, fecha um grande ano da ficção-científica (Lunar, Distrito 9). Esses filmes são um grande teste. E realmente gostaria de saber quem passou.

Deixe um comentário

Arquivado em Cinema, Crítica, Observar