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The Presets – Pacifica

Nota revista: [80,00]

A dulpa amadureceu, mas deixou de lado bastante da ousadia presente em Apocalypso. Entretanto, a qualidade do The Presets permanece e eles ainda continuam se desatacando do restante.

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The Presets – Ghosts

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The Presets – Talk Like That (Live)

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Melhores Discos da Década

Exatamente como no post de melhores filmes da década.

Empires (2000) – VNV NationO VNV Nation morreu para mim em 2005, mas Empires é um dos melhores discos de música eletrônica da década.

Long Gone Before Daylight (2003) – The CardigansAh… Se toda música pop tivesse essa qualidade…

Tour The France Soundtracks (2003) – KraftwerkMais uma obra-prima do Kraftwerk.

Tales Of The Uninvited (2005) – CAPRICERompendo as barreias da música dos mundos.

Amarantine (2005) – EnyaUm pouquinho de novas influências deixaram Enya ainda mais significativa.

Universo Ao Meu Redor (2006) – Marisa MontePara se fazer Samba de verdade, é preciso estudar.

Delicada (2007) – Teresa Cristina e Grupo SementeUm dos maiores discos de Samba da década.

Third (2008) – PortisheadO disco que acabou com a farra dos que NUNCA entenderam Portishead.

Apocalypso (2008) – The Presets“Future pagan electro wizards”.

Assemblage 23 (2009) – CompassÉ uma luz que, inesperadamente, surge no meio de um deserto escuro e ilumina tudo como o Sol que nasce a cada dia.

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The Presets – Apocalypso

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[85,00]

É deprimente quando até o diferente, começa a ficar igual ao que se “atacava” e criticava. Resumindo a minha visão crítica da música eletrônica emergente atual: xerox. Cada vez mais apagada de tanto se copiar.

É o mundo onde: 357 bandas querem ser igual ao Depeche Mode, uma tal de  Lady Háhá quer ser a recente Madonna e 154 DJ produtores e Duos eletrônicos querem revestir o Electro com um macacão estampado de moda (electro-trapiii). Até os indie-rockers querem seu pedaço do bolo…

Mas eis que meu amigo Serginho surge, presenteando-me, com um CD do tal de The Presets. E bingo! Vejam amiguinhos, os nomes que surgem na música eletrônica atual não precisam se prostituir ao mercado imundo sonoro. E, mesmo que não se invente algo novo, há luz da criatividade.

Os australianos foram buscar suas influências nas geniais loucuras de Curtis Jones (Green Velvet, Cajmere), no início do Underworld e em pontos da história do techno, electro, house e até do industrial e pitadas do punk!

Na área deles, hoje em dia, é o melhor dos melhores dentre milhares de zumbis oportunistas…

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