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Planeta dos Macacos: O Confronto (Matt Reeves, 2014)

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Planeta dos Macacos: O Confronto, do diretor Matt Reeves, é a continuação do reboot iniciado há três anos em Planeta dos Macacos: A Origem (Rupert Wyatt, 2011). Os produtores conseguiram realizar um trabalho ainda mais satisfatório que o anterior. César, sem sombra de dúvida, é o melhor protagonista dos blockbusters em 2014.

Os efeitos visuais da Weta Digital, desenvolvidos em cima dos macacos, são impressionantes e garantem a total imersão do espectador. O roteiro cumpre bem o seu papel, ainda que o espaço seja limitado. Um porém: teria sido mais surpreendente se um dos assuntos em destaque, sobre a militância em prol dos animais, tivesse ficado no subtexto. Filmes-propaganda têm grandes chances de se tornarem chatos.

Mas felizmente, o mais importante na história é a percepção de César em relação as posturas das espécies ao seu redor. Ao final da sessão é impossível não se questionar como é que macacos ficcionais conseguem refletir sobre conflitos e líderes humanos, os que estão fora da tela, não.

[85,00]

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Gotham – Série de TV

O youtube oficial da série liberou esse first look de Gotham. Com fotografia bacana e premissa com leve influência da maravilhosa série de quadrinhos (Gotham City Contra o Crime), essa produção para a TV pode aquecer em muito a expectativa por Batman VS Superman em 2016.

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Nosso Lar (Teaser Trailer 2)

Fotografia inacreditável para o cinema nacional.

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Avatar (James Cameron, 2009)

[75,00]

Quando o trailer saiu, não tive a mínima vontade de botar o pé no cinema. Mas até bem pouco tempo antes da estréia, algo dizia que não me preocupasse com o hype. Mas que fosse ver, mesmo que minha razão martelasse: “Nem que seja pelos efeitos”.

Com três minutos de projeção, não tem como negar, é o filme mais bem feito que já vi (apesar do CGI 99,9 %). O 3D não é aquela tolice forçada que desafia teu reflexo. Fica claro que J. Cameron, não queria isso. Na verdade, ele gostaria que você estivesse lá em Pandora. Acima de tudo, é um filme onde a obervação é fundamental.

Em relação ao tão falado roteiro, a única coisa que posso dizer é que só não foi bem desenvolvido. Não que seja ruim, apenas que a quantidade de informação não foi trabalhada. Talvez tenha sido proposital depois da confirmação de uma trilogia.

Recompensar o roteiro de alguma forma foi escolher a dedo uma dúzia de atores muito bons, confiar a atuação e emoção na mão de cada um deles. Principalmente os astros da nova geração.

A música de James Horner foi composta de forma a ser, literalmente, a trilha sonora dos acontecimentos. Ela cumpre bem o seu papel (principalmente os temas indígenas). O som da orquestra não deve sobrepor o resto.

Mas Avatar é um filme maior do que tudo isso. É a continuação das mensagens que estão nos sendo passadas e que poucos ficam a par da situação. Ultimamente de forma mais aprofundada, a questão está nas entrelinhas.

Quando é que vão entender que o passado deve ser professor de respeito e entendimento? Atos repercutem em todos os cantos do Universo e proteger a Vida vai além das dimensões físico-espaciais. O homem se recusa a abaixar sua cabeça. Por mais que o microscópio permita enxergar o micro universo, e o Hubble aos poucos o macro universo, a raça humana (que sempre acha tudo clichê), simplesmente não consegue Ver.

Doutora Grace desconfiava desde o início, a partir de seus estudos, e entendeu assim como Jake. Avatar, fecha um grande ano da ficção-científica (Lunar, Distrito 9). Esses filmes são um grande teste. E realmente gostaria de saber quem passou.

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