Tomb Raider (2013)

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[85,00]

Em um brainstorm na Crystal Dynamics (produtora) em 2008/09, alguém certamente disse isso: “E que tal criarmos um reboot contanto a origem de Lara Croft como Christopher Nolan fez em Batman Begins?“. E essa idéia foi mais do que acertada. “Tomb Raider” 2013 é um novo começo verossímil e dramático para a heróina da cultura pop.

O jogo tem gráficos impressionantes, ótima jogabilidade e uma história muito bem escrita. Aliás, o nome do jogo deveria se chamar: Tomb Raider: Inferno! A jovem aventureira sofre tanto que o jogador se sensibiliza e rapidamente vai criando uma simpatia pela figura da protagonista.

Entretanto, alguns pontos não foram tão bem desenvolvidos. A habilidade de caçar não faz diferança alguma. O jogador pode ficar frustrado de um recurso bastante interessante. O mundo semiaberto dá um gostinho impotente de aberto (os dois Batmans sofrem disso também). E o final não foi tão cinematográfico como deveria. O sofrimento de Lara merecia um pouco mais de tempo e cuidado na cinematic que fecha o game.

Na conclusão, felizmente, fica a promessa da grande sobrevivente: “Eu não vou para casa“.

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Arquivado em Crítica, Games, Observar

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