Depeche Mode – Delta Machine

delta m. depche m.

 Nota Revista* [82,50]

Qual é o segredo desta banda? Já andaram por vários estilos, mas sempre tem a raíz intacta. O som que os meninos fazem desde Exciter em 2001 pode não agradar os fãs que estão na casa dos 40… Mesmo assim, não se vê nenhum deles largando o grupo. A atmosfera épica permanece significativa em mais um trabalho.

O novo álbum está bem mais slow motion que “Playing the Angel” e “Sounds of the Universe”. Esse é um caminho que eles já trilhavam, bem mais contidos, há bastante tempo. Contudo, não deixaram de lado a meticulosa produção no estúdio. Sintetizadores analógicos caminham de mãos dadas com os digitais e instrumentos concencionais.

Talvez não seja culpa dos artistas consagrados o abandono das BPMs aceleradas, mas sim da banalização alucinada da música eletrônica. Por esse prisma, ainda bem que o Depeche Mode está se aprofundando na criativa “engenharia pop-eletrônica”. E mesmo com a ausência de hit singles, a proposta de “Delta Machine” precisa ser celebrada.

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Minha deluxe edition em CD chegou dos EUA e após ouvir as 17 faixas em um bom som potente, a nota precisou subir. Álbum sensacional.

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Arquivado em Crítica, Música, Observar

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