The Presets – Apocalypso

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É deprimente quando até o diferente, começa a ficar igual ao que se “atacava” e criticava. Resumindo a minha visão crítica da música eletrônica emergente atual: xerox. Cada vez mais apagada de tanto se copiar.

É o mundo onde: 357 bandas querem ser igual ao Depeche Mode, uma tal de  Lady Háhá quer ser a recente Madonna e 154 DJ produtores e Duos eletrônicos querem revestir o Electro com um macacão estampado de moda (electro-trapiii). Até os indie-rockers querem seu pedaço do bolo…

Mas eis que meu amigo Serginho surge, presenteando-me, com um CD do tal de The Presets. E bingo! Vejam amiguinhos, os nomes que surgem na música eletrônica atual não precisam se prostituir ao mercado imundo sonoro. E, mesmo que não se invente algo novo, há luz da criatividade.

Os australianos foram buscar suas influências nas geniais loucuras de Curtis Jones (Green Velvet, Cajmere), no início do Underworld e em pontos da história do techno, electro, house e até do industrial e pitadas do punk!

Na área deles, hoje em dia, é o melhor dos melhores dentre milhares de zumbis oportunistas…

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